21 de jul de 2016

Pentel GraphGear 500 - Resenha

Boa noite caros visitantes.

Hoje, em mais um drops, vamos conhecer outro material interessante, a lapiseira profissional Pentel GraphGear 500 (grafite 0.5 mm).


Desenho feito no Sketch Book One Canson, basicamente com a
GraphGear 500, utilizando grafite HB da Faber Castell.
Somente nas áreas escuras, utilizei o lápis Staedtler Tradition 6B.

Em conjunto à lapiseira Koh-I-Noor Versatil 5201 (grafite 2.0 mm), a GraphGear 500 é minha segunda lapiseira profissional. Ambas foram compradas por praticamente o mesmo preço, respectivamente R$ 30,00 e R$ 31,90 e são de excelente qualidade.




Apesar de ter o suporte para os dedos ou virola, de metal, essa lapiseira é leve. Infelizmente seu corpo é de plástico, uma decepção para mim, que já me acostumei com o peso e a resistência da Koh-I-Noor Versatil. Sei que isso não é um defeito, até faz com que ela fique bem estável, mas por "30 pilas", ela merecia um corpo de metal.




A virola é bem texturizada e fixa-se bem aos dedos. Sob o botão que libera o grafite, você também encontra uma borracha de excelente qualidade (a Pentel disponibiliza o kit a seguir com seis refis para reposição).


O bico da lapiseira, possui cerca de 4 mm, é resistente e mantém o grafite bem preso e o traço limpo e firme.


O mecanismo que prende o grafite também é de excelente qualidade, de metal. É difícil fazer o grafite voltar para a lapiseira mesmo com o botão pressionado, graças a alta pressão que o mecanismo exerce.


Enfim, é um material profissional, de excelente qualidade, durável e de preço bem alto. A pergunta de um milhão é: você precisa de uma dessas? Sinceramente... não! Você não vai desenhar melhor por que tem um material mais caro, ele apenas poderá lhe oferecer um traço mais seguro, ou cor mais fiel e duradoura em relação aos materiais mais baratos e com certeza terá vida útil mais longa, apenas isso. Mas se você pode investir esse valor em uma lapiseira, eu recomendo, não vai se arrepender.

Pessoal, espero que tenham gostado da resenha, ela não foi patrocinada.

Só comprei essa lapiseira, por que a maioria dos materiais que ainda não testei estão com valor muito alto e como faz um tempo que não compro nenhum material de arte, me permiti o luxo de adquirir outro material profissional. – Mas isso é mimo, a lapiseira que custa pouco ou o lápis de R$ 0,80 resolve do mesmo jeito.

Abraços e até breve.

4 comentários:

  1. Qual a relação entre espessura e peso da Graphgear 500 em comparação com a clássica P205?

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    1. Boa noite Adriano. Seja bem vindo ao blog!

      Por falta de uma balança, não posso lhe dizer isso com precisão, mas a Graphgear pesa aproximadamente três vezes e meia o peso da P205. Já o diâmetro das duas é bem parecido.

      Espero ter ajudado.

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    2. Legal! Coloquei a comparação com a P205, mas vou acabar comprando a 0.7. Depois de anos escrevendo com a P207, comprei uma P205, mas fico quebrando grafite a todo momento mesmo usando a linha Ain Stein! Ia comprar a P207, mas acho que é hora de subir um pouco o nível - e peso.

      Quanto à espessura, queria saber da empunhadura. Quase certo que é maior, ainda mais que a P205 vai afinando no sentido da ponta. Pode conferir isso pra mim? valeu.

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    3. Que bacana Adriano, é um investimento que vale o custo.

      Eu quebrava muito grafite, por isso comprei a Koh-I-Noor Versatil (http://www.mcexpart.com.br/2017/02/koh-i-noor-versatil-5201.html), atualmente, estou usando apenas a Graphgear 500, pois consigo desenhar sem quebrar o grafite com ela.

      Ela possui uma virola que além de texturizada, é mais espessa que o corpo da P205, mas é pouca coisa e quase não faz diferença. Depois que você se acostuma com o peso e a empunhadura dela, você vai estranhar pegar a P205/7. O mesmo acontece quando uso a Versatil por muito tempo, ela é mais pesada que a Graphgear 500.

      Dica: Opte pelo grafite mais grosso (procure a opção 0.9), "em tese" será mais difícil quebrá-lo. Mas se você se esforçar, consegue dosar o peso da mão e trabalhar com qualquer espessura de mina. Falo por experiência própria.

      Se precisar é só falar.

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