29 de nov de 2017

Come-covas

Saudações caros visitantes!

Fiz um fanart de um dos personagens do jogo Plants vs Zombies, o come-covas. Quem conhece esse jogo, sabe quanto esse item de "defesa" é útil e importante para o desenrolar da história.

Para dar vida a esta criatura, como todos os outros itens do jogo são seres baseados em plantas, parti do pressuposto que ele também é. O mais próximo da aparência dele que encontrei foi um tronco de árvore envelhecido. Além disso, ele basicamente devora túmulos, tem algo que parece ramos ou galhos na cabeça e seus olhos brilham.

Então desenhei o tronco de árvore, transformei os ramos em galhos e além dos olhos brilhantes, pintei rachaduras. Queria passar a sensação que ele tem algum tipo de energia pulsante dentro dele. Acrescentei o dentes, afinal de contas, ele devora túmulos. Nesse ponto do jogo, ouso dizer que os túmulos são "portais" por onde os zumbis acessam o campo de batalha. E ao meu ver, somente um criatura poderosa com um elemental conseguiria devorar um portal "para o mundo dos mortos".

Antes de mais nada, os túmulos surgem no campo de batalha, o campo de batalha não é um cemitério, então de certa forma, os zumbis que levantam "desses túmulos" não são zumbis comuns. Acho que estou viajando na maionese. Vixe!

Vejam agora o resultado final da pintura:


De certa forma, a versão que fiz, tem pouco do personagem, mas é a minha versão, então brinquei com o pouco que tinha a minha disposição.

Fiz esse desenho em papel Canson Desenho 200, pintei com guache Talens e apenas recortei o fundo da imagem com o Photshop, não houve edição.

Enfim, é isso. Espero que tenham gostado do desenho.

Abraços e até breve.

21 de nov de 2017

Baleia flutuante

Saudações visitantes!

Esse fim de semana deu origem a um trabalho interessante pessoal, um híbrido de dirigível futurístico e baleia flutuante.

Sempre quis fazer um desenho com esse tema, provavelmente vou fazer outro depois, por enquanto, vamos falar sobre esse.


Utilizei papel Canson Desenho 200 A4 e iniciei a pintura pelo céu (a parte mais difícil para mim), utilizando aquarela em tubo da Pentel. Depois, reforcei as camadas, escurecendo os cantos com magenta e acrescentando um pouco de roxo para finalizar.

Tentei ser delicado com essa pintura, tanto nos traços quanto nas cores. Optei por não usar cores muito fortes e vibrantes como o vermelho e até o verde da nave, é um pouco pastel. Praticamente todas as cores são frias e claras, o pouco de cores quentes que tem na pintura, foi utilizada em detalhes.


Com guache Talens, pintei a baleia e a nave e trabalhei detalhes em algumas das nuvens. Tenho uma paleta com aproximadamente 62 56 cores prontas, não posso ficar usando as mesmas cores em todos os desenhos.

Foi difícil trabalhar o céu, primeiro porque não tenho costume de pintar ambientes, segundo porque faz um tempo que não trabalho com a aquarela da Pentel, então é sempre difícil voltar a uma técnica que eu não domino.

Mesmo assim, o resultado final ficou interessante. Digitalizei a imagem e tentei editá-la pouco, para deixar suas cores o mais próximo possível da realidade, entretanto, a maioria dos tons claros se perdeu no escaneamento.


Já faz um bom tempo que tenho as aquarelas da Pentel, mas continuo impressionado com a quantidade de pigmento que esse material tem. É fantástico! Infelizmente, tenho pouco tempo para ficar misturando tintas todas as vezes que faço uma pintura, por isso criei tantas cores para minha paleta guache. Gosto de estar preparado para qualquer tipo de desenho.

Espero que tenham gostado da pintura.

Abraços e até breve.

13 de nov de 2017

Marcador Branco - Toke e Crie - Resenha

Saudações caros visitantes.

Semana passada, como disse na última atualização da postagem anterior, fui às compras procurar um pincel para detalhes. Como conheço quase todos os pontos de venda de material de arte em Belo Horizonte, sabia que um pincel assim só poderia ser encontrado na Galeria do Ouvidor. Que em certo grau, é o maior  distribuidor de materiais para "artesanato" daqui.

Depois de conferir alguns pinceis, encontrei o Condor 409 - 00 - Toray - Brasil, cuja cerda sintética e a ponta extremamente fina, facilitam bem o trabalho com detalhes e tinta guache.



Vocês já devem estar se perguntando por que estou falando sobre isso? É por que quando fui pagar pelo pincel, vi sobre o balcão, o marcador branco Toke e Crie e não pensei duas vezes. – TENHO QUE TESTAR ESSE MATERIAL!


Digamos assim, esse marcador é idêntico ao marcador permanente preto, a diferença esta na cor e na resistência da tinta.  Pois, em tese, a função parece ser a mesma.



A tampa veda bem e a caneta não é muito grande, aproximadamente 13,5 cm (com tampa). Também não é recarregável. A ponta é de feltro firme e entrega traços bem finos. Dependendo da superfície, pode ser necessário reforçar o traço ou fazer pontos (subsequentes).

Testei esse marcador em diversas superfícies, mas as que apresentarem o melhor resultado foram as lisas ou envernizadas. Testei também com guache, mas não funcionou muito bem. O líquido da tinta do marcador dissolve o guache e no fim das contas, acaba não funcionando. Ainda não testei com outros tipos de materiais de arte, mas vou atualizar a postagem assim que fizer isso.

A tinta é translúcida, mas em superfícies escuras, fica bem visível, também parece ser resistente e não tem cheiro. Não encontrei a fórmula da tinta desse marcador, acredito que seja acrílica ou similar (o fabricante alerta que a tinta não é resistente a lavagens), então deve ser usada apenas na fase do acabamento do trabalho, quando não será aplicada mais nenhuma camada de pintura e de preferência, se possível, é bom envernizar a peça.

Infelizmente, esse marcador não proporcionou o resultado que "eu" esperava. Entretanto, levando em conta sua função original e preço (aproximadamente R$ 6,20), preciso parabenizar a Toke e Crie, por que ele cumpre a função para a qual foi criado e muito bem.

Espero que tenham gostado dessa resenha.

:: POSTAGEM NÃO PATROCINADA! ::

Abraços e até breve!

6 de nov de 2017

Cupê mal-assombrado

Saudações caros visitantes!

Bom, decidi finalizar o desenho da postagem sobre os lápis de cor apagáveis da Faber-Castell pintando com guache. Confiram a evolução dela através dessa postagem, ela será atualizada, a medida que der tempo.

– Desenho feito com lápis de cor apagável Faber-Castell.



– Removi um pouco da tinta dos lápis de cor com o limpa tipos, entretanto, acabei exagerando e o desenho ficou quase invisível (confiram a seguir, o telhado superior, não dá para ver as telhas). Como ficou difícil ver onde eu precisava pintar, decidi refazer as linhas com grafite 0.5, só então pude dar seguimento à pintura.


– Nessa fase do desenho, adiantei bem a pintura da carroceria. Trabalhei basicamente com meus três tons de cinza neutro e o preto puro. Percebi que estava precisando de um pincel extremamente fino para trabalhar detalhes, fui às compras e adquiri o pincel: Condor 409 - 00 - Toray - Brasil. Escolhi cerda sintética por dois motivos, primeiro por que a outra opção utilizava pelo de animal e a segunda, por que ele será usado com guache, então precisa ser mais firme. Ao meu ver, ele custou bem pouco, R$ 6,50. Depois, quando tiver uma opinião sobre o pincel, vocês já sabem.


– Finalizei a pintura pessoal, agora vou editar e corrigir os erros no Photoshop e pintar as rodas. Assim vocês podem comparar a imagem digitalizada, com apenas correção de luz e cor e a editada.


– Depois de corrigir alguns erros, recortar o fundo e refazer pequenas áreas da pintura, desenhei e pintei as rodas no Photoshop, utilizando o pincel que simula uma textura parecida com a do guache. Essa pintura deu muito trabalho, tanto com os materiais naturais quanto com os digitais.


Em certo momento, resolvi parar de alterar a pintura para mantê-la mais original ao que foi digitalizado. Tentei me controlar também por outro motivo, como as edições com o Photoshop não têm limite, não queria modificar todo o desenho. Inclusive por causa do Zoom, quando percebi, estava editando coisas muito pequenas, coisas que não fazem a menor diferença para o resultado final "desse desenho". Quase acrescentei outra fonte de luz à pintura, além de quase ter refeito a fonte de luz original. O poder do Photoshop seduz...

Espero que tenham gostado do resultado final, deu bastante trabalho, mas foi muito divertido também.

Abraços e até breve.

3 de nov de 2017

Lápis de cor apagável Faber-Castell - Resenha

Saudações caros visitantes!

Hoje vamos falar sobre os lápis de cor apagáveis da Faber-Castell. Tenho esses lápis há um bom tempo, entretanto, somente agora, tive vontade de fazer a resenha.


Os lápis de cor apagáveis da Faber-Castell foram criados para permitir que a tinta seja removida do papel. Mesmo assim, não é toda borracha que consegue fazer isso.

Utilizando madeira de excelente qualidade, mina com aproximadamente 4 mm de diâmetro e corpo triangular, de certa forma, esses lápis cumprem bem a função para a qual foram criados. A mina, extremamente dura e com pouquíssimo pigmento, permite não só remover a tinta do papel, quanto faz com que o material seja extremamente resistente.


Você não vai colorir com esses lápis, é impossível, não há pigmento suficiente para isso, mas os esboços, ele faz com maestria. Seu corpo triangular ajuda bem nesse quesito, são bem confortáveis.


Quanto a aparência, bom, tirando os rodamoinhos (infantilizam demais o material), não tenho do reclamar. Esse tipo de lápis não precisa de nome de cor e ele já traz impresso, a marca e a função dele em duas línguas. Sendo assim, isso é mais que o suficiente.


Os lápis possuem 17 cm de comprimento e todas as cores podem ser utilizadas para desenho, exceto o amarelo e o rosa, que quando utilizados no papel branco, praticamente não transferem cor alguma, talvez em papel escuro isso não aconteça.


A caixa demonstra bem todos pontos positivos do material e acomoda perfeitamente os lápis.


As cores mais claras são mais fáceis de apagar, mas todas apresentaram resultado mais que aceitável para um material tão simples.


As borrachas Tombow, Mono Knock e Zero, removem praticamente toda a tinta do papel, é fantástico. As demais, removem boa parte da tinta, mas deixam rastros. A Mercur Clean também trabalhou bem no papel texturizado e o lápis Faber-Castell de borracha, como esperado, remove praticamente toda a tinta do papel.

Não apresentei o resultado no teste, mas a borracha limpa tipos também trabalha bem com esses lápis, como esperado, ela não remove 100% da tinta, mas clareia o traço o suficiente para você fazer o lineart ou apagar com outra borracha.

Vejam o desenho que fiz, utilizando apenas o lápis roxo e o azul escuro, meus preferidos.



Só não calculei bem o tamanho do desenho, por isso faltou espaço para as rodas, mas posso fazer isso no computador, depois de finalizar tudo. Agora preciso decidir se vou pintar ou colorir esse desenho.

Queria comparar esse material com os lápis apagáveis da Prismacolor, mas eles estão caros demais, por isso deixei essa comparação para um futuro distante. A caixa da Faber-Castell, com 12 lápis, custa aproximadamente R$ 25,00, dois lápis CoolEraser não custam menos de R$ 40,00.

Espero que tenham gostado, abraços e até breve.

Essa postagem não foi patrocinada.